Diz-se por vezes que reclamar é fácil. Até é, principalmente quando só criticamos e não fazemos nada para que alguma coisa mude, para melhor, obviamente.
Nalguns casos, protestamos porque ao reparar que algo não está bem e sentindo que não há mais nada a fazer (pelo menos pensando que não se pode fazer mais nada) …protestamos, ao menos alguém protesta. Enfim exteriorizamos o que nos vai na alma…ferida. No entanto, quanto ao caso que quero referir, considero que além de sentir o direito de denunciar também penso que podemos fazer algo mais para que a situação melhore.
Foi-nos dito que se gastou muito dinheiro no restauro das casas-de-banho deste Centro de Formação. Também nos disseram que o vandalismo de alguns formandos, foi mais rápido e eficiente que o restauro. Por já ter assistido a algumas atitudes menos cívicas da parte de certos formandos, digo que se deve reclamar também com quem estraga e não só com quem podia arranjar. No entanto, às vezes pedimos justiça quando há quem viva pior. Reclamava eu no outro dia que andava muito para chegar ao ”recreio”, há quem ande quase o mesmo só para ir à casa de banho. Nós ao menos temo-la mais perto. Apesar do cheiro nauseabundo, da falta de água, torneiras a pingar, urinóis sem água, etc.
Numa dor de barriga qualquer casa de banho serve…não pode é estar muito longe.
Pedro Pacheco
PS – Não se esqueçam de uma coisa, numa reclamação às vezes não basta falar. Por vezes é preciso gritar…ESCREVENDO.
Fotovoltaicos 001 fizeram um nome que veio para ficar. Pretende-se desta forma dar a conhecer, através da experiencia adquirida e aplicada no dia-a-dia. Continuamos a utilizar a blogosfera, para dar mais ênfase à nossa motivação e ao mesmo tempo tentaremos ajudar todos os que quiserem encontrar uma vantajosa alternativa energética. Limpa e silenciosa. Tudo por um futuro menos dependente do consumo de combustíveis fósseis. Apostando nas energias renováveis. Emanuel Santos
quarta-feira, 16 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
PARTICIPAR OU NÃO PARTICIPAR
Enegrecida pelo tempo, e ignóbil no ser, ainda há quem a queira manter viva.
Acusado sumáriamente de participar pouco, em monólogos, tornados enfastiantes pelo orador, que quase se limita a despejar o que o referencial impõe...
Claramente visível, é um empolado sentido do dever cumprido, estampado na fisionomia.
Mas, eu não quero ser um peão receptor de ouvidos abertos e pescoço torcido.
Não quero estar pronto a reagir ao simples puxar do cordel.
Não quero ouvir a mesma explicação, com ou sem lógica, dúzias de vezes.
Quero entender, e não ver gráficos que provam a teoria mais que provada.
Não quero viver sob pressão de ameaças, de não validação do ou dos módulos.
Não quero participar por participar, e ter a qualquer momento de interromper o já gasto relato, para com ar muito compenetrado e atento perguntar:
- Diga-me por favor, só para confirmar: esse princípio relatado, existe também em tons de verde, não é verdade!
Luís Contumélias
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Triste sociedade a nossa.
Eça de Queiroz sabia o que escrevia e porque escrevia, pena é que depois de tantos anos a estudarmos as suas obras não tenhamos aprendido nenhuma lição.
Vejamos alguns relatos do capítulo IV dos Maia onde mostra como era a sociedade lá no século dezanove.
Carlos da Maia vai para Coimbra “estudar.
Os Paços de Celas, sob a sua aparência preguiçosa e campestre, tornaram-se uma fornalha de actividades. Carlos, naturalmente, não tardou a deixar pelas mesas, as folhas intactas e os seus expositores de medicina.
No segundo ano levaria um R de reprovado se não fosse tão conhecido e rico.
Ega seu amigo estava a formar-se em Direito, mas devagar, muito pausadamente ora reprovado, ora perdendo o ano.
Carlos da Maia quando terminou a universidade partiu para a sua longa viagem pela Europa. Um ano foi o tempo dessa viagem. Quando voltou o avô, cujo olhar risonho e húmido transbordava de emoção, todo se orgulhava de o ver, de o ouvir, numa larga veia, falando da viagem...
— E agora? — Perguntou-lhe o Sequeira, depois de um momento de silêncio em que Carlos estivera bebendo o seu conhaque e soda. — Agora que tencionas tu fazer?
— Agora, general? — Respondeu Carlos, sorrindo e pousando o copo. Descansar primeiro e depois passar a ser uma glória nacional!
Carlos monta um consultório no Rossio, mobilado com todo o luxo, onde depois nas horas de trabalho, dormitava sob o Diário de Notícias. Outras vezes pegava numa revista, e estendia-se no divã. A prosa, porém, dos artigos estava como embebida do tédio moroso do gabinete: bem depressa bocejava, deixava cair o volume.
Já o Rossio, era interessante havia, o ruído das carroças, os gritos errantes de pregões, o rolar dos americanos, subiam, numa vibração mais clara, por aquele ar fino de Novembro: uma luz macia, escorregando docemente do azul-ferrete, vinha dourar as fachadas enxovalhadas, as copas mesquinhas das árvores do município, a gente vadiando pelos bancos: e essa sussurração lenta de cidade preguiçosa, esse ar aveludado de clima rico, parecia ir penetrando pouco a pouco naquele abafado gabinete e resvalando pelos veludos pesados, pelo verniz dos móveis, envolver Carlos numa indolência e numa dormência...
Engraçado não é, parece que este nosso triste paraíso à beira mar plantado não mudou nadinha, nem depois de tantos estudos sobre os Maias, nada mudou. Estamos condenados a ser preguiçosos e vadios.
Será que os nossos intelectuais e governantes nada aprenderam da matéria estudada?
Se sim, e Eu acredito que sim, provavelmente até tiveram boas notas nos resumos dos resumos resumidos dos Maias, porque não ensinam outros?
Ninguém diria que em séculos passados fomos uma potência, descobridores do mundo à nossa volta, para onde é que foi parar toda essa garra de conquistar mundo?
Emanuel Santos
O SUCO DA BARBATANA
O suco da barbatana é uma cena diabólica. A agressividade é um sintoma clinicamente provado como sendo o factor x-y para o principio do fim duma certa razão. Isto é uma verdadeira monstruosidade que só podia vir dum Engenheiro a recibos verdes. Imagino se fosse a recibos vermelhos, nem quero pensar nisso. Parece-me a mim que temos aqui um trabalhador (y), apenas mais uma teoria de Maslow em que em vez de pensar em rever o seu referêncial nos metodos de ensino, preocupa-se mais em dar lições de moral. sE calhar enganou-se na profissão, ou então formou-se em engenharia moral na Universidade Católica do Suco da Barbatana.Eu falando por mim, não gosto de ter razão, porque quando a obtenho perco-a. Quero deixar aqui a minha deixa que é um ditado antigo ainda útil nos dias de hoje. "Se queremos estar bem e ter dias felizes, não podemos dizer tudo o que pensamos, mas pensar em tudo o que dizemos"
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domingo, 13 de junho de 2010
Notícias do Mundo
Barack Obama suspende exploração de petróleo em alto mar
Segundo notícias que correm Mundo, o presidente americano, Barack Obama, anunciou nesta quinta-feira dia 10 que prolongará por seis meses a suspensão de perfurações de petróleo depois da catástrofe provocada pelo vazamento de combustível no Golfo de México.
Barack Obama também pediu o desenvolvimento de fontes de energia alternativas depois do derramamento de óleo. Obama considera que o desastre ecológico representa "a necessidade urgente" de desenvolver fontes de energia renováveis nos Estados Unidos. "Chegou o momento de acelerar a competição com países como China, que já entenderam que o futuro depende das energias renováveis". Emanuel Santos
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Satisfeito e agradecido
Primeiro gostava de agradecer a todos os que tem visitado o nosso BLOG e por deixarem o vosso comentário, isso é motivo de grande satisfação por saber que está alguém desse lado. Em segundo peço-vos que continuem a visitar-nos, podendo deixar sempre os vossos comentários, porque este também pode ser o vosso espaço de desabafo.
Assim, deixem-me dizer-vos como foi o nosso dia de ontem quarta-feira. Pode-se dizer que foi produtivo, em UFCD 24 Automatismos, começámos por praticar um circuito embora muito básico, mas mesmo assim interessante. Só lamento uma disciplina destas só ter 25 horas de formação, penso que não chegamos nem a aquecer, mas enfim, resta-nos tirar o máximo proveito. Depois tivemos UFCD 16 desenho técnico, onde finalmente, digo finalmente porque estava ansioso por começar a mexer no AutoCad que é um programa para desenhar e que muito útil nos vai ser para projectos futuros. Assim lá começamos por aprender algumas coisas, com a paciência do nosso Formador sempre atento para que ninguém fique com dúvidas e nesse aspecto está de parabéns. Assim foi o nosso dia de ontem, onde tivemos a oportunidade de aprender com a prática o que acaba por ser mais gratificante e talvez mais produtivo para nós, que começamos a passar da teoria à prática.
Emanuel Santos
Emanuel Santos
terça-feira, 8 de junho de 2010
Politicamente correcto
É com agrado que hoje vi o Sr. Director, entrar na nossa sala de aula.
O motivo não podia ser melhor, veio responder à nossa petição, embora a resposta para sair cinco minutos mais cedo fosse negada, com a justificação do que é para uns tem de ser igual para todos, é politicamente correcto. Enfim como será de se prever não agradou, mas mesmo assim teve a atitude correcta de nos responder. Com respeito aos sanitários estarem imundos, diz que vai haver melhoramentos, mas é humanamente impossível controlar certas selvajarias que se passam no centro, como deitar fogo ao papel higiénico, entupir deliberadamente as sanitas, partir portas e assim por diante… Também é verdade que não saiu da sala sem antes ter motivado a todos principalmente por nos lembrar o tipo de formação que estamos a tirar que será uma mais-valia para cada um de nós, e descansou-nos por falar que o centro assegura as empresas para estagiarmos, o que é muito positivo para quem estava preocupado.
Só posso concluir que foi politicamente correcto agradeço-lhe a sua visita para nos esclarecer.
Emanuel santos
Palhaçada
É triste começar mais um dia de formação onde o formador vem apregoar a moral e os bons costumes. Na sexta-feira passada não houve formação por falta de formadores, qual não é o nosso espanto que o Sr. Do troley dá-nos uma descompostura por não termos avisado o Sr. Responsável pelo curso, como se fossemos nós os responsáveis pela bom funcionamento do centro. Por isso chego à conclusão que quer façamos bem quer mal isto é uma PALHAÇADA principalmente quando um formador vem fazer o papel de coordenador. PALHAÇADA. Emanuel Santos
segunda-feira, 7 de junho de 2010
ESBOROOU-SE
Construiu-se um boneco, modelo, que serviria a todos.
E foi servindo e servindo, com as peças coesas entre si, seguras com a cola da união...
Segredo que os autores e fabricantes, do boneco modelo, sabiam.
A fórmula da cola andava dissimulada entre a equipa.
Nunca ninguém fora do grupo, a pediu abertamente.
Mas aconteceu. Um dia, hoje mesmo, alguém quis saber de que era feita a cola.
- Diz-me lá qual a fórmula dessa cola?
Maldita pergunta, com resposta individual...
A cola era feita com a fibra de cada um.
Bastaram cinco minutos de abanão, para que o boneco, em queda livre, se esboroasse contra o chão.
Vítimado pela incúria dos fabricantes, que sem fibra, não fizeram quantidade de cola que mantivesse o modelo, unido e coeso!
Luís Contumélias
Exmo. Sr. Director: Do Centro de Emprego e Formação Profissional de Setúbal
Exmo. Sr. Director:
Do Centro de Emprego e Formação Profissional de Setúbal
Petição.
Os formandos abaixo assinados e pertencentes à acção de Formação 001 - Técnicos Instaladores de Sistemas Solares Fotovoltaicos.
Vêm respeitosamente solicitar:
1. A reposição do que previamente foi acordado verbalmente. Relatamos:
Nos primeiros dias de formação e na sala que nos foi destinada, foi dado a conhecer ao Sr. João Sousa, na presença do formador Sr. Carlos Alves, que a maior parte dos formandos eram oriundos de Lisboa, e zonas limítrofes, chegando mesmo a Vila-Franca, Azambuja e Sintra. Que o comboio que utilizavam tinha (e mantém) partida às 13h57. O seguinte às 14h57. O exposto e pedido, foi que se seria possível terminar a formação diária, mais cedo cinco minutos.
Situação que dias depois foi confirmada pelo mesmo Sr. João Sousa, com sendo possível. Bastando para tal prescindir de cinco minutos no último intervalo do dia.
De grande benefício para os visados formandos, apelamos para que se mantenha a situação anteriormente acordada.
2. Apelamos também, para que tenhamos na sala de formação (257) acesso à internet.
2.1 Faltam-nos manuais de formação para alguns módulos que decorrem.
3. Pedimos ainda, e não sendo menos importante, que as instalações sanitárias passem a apresentar maior cuidado de aspecto e de funcionamento. Como exemplo: o quase abandono e muitas vezes com o lixo do dia anterior. (Igual situação ocorre nas salas de formação). As saboneteiras que não têm líquido, os dispensadores de toalhetes muitas vezes sem papel.
As torneiras que não param de correr, há sete meses, em detrimento de outras que mal deitam um pingo de água. Eliminar o cheiro nauseabundo que as referidas instalações exalam, desde o primeiro dia que a este centro de formação chegámos.
Ficamos expectantes pelo bom acolhimento que estes simples pedidos venham a ter.
Setúbal, 8 de Junho de 2010
Assinam: Fotovoltaicos 001
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Trocas e baldrocas.
Sete meses depois de termos arrancado mudam-se o horário, como se muda de camisa. Tal não é a confusão que "por vezes" aparecem, não um, não dois, mas três formadores para nos darem aulas no mesmo dia à mesma hora. É mau, muito mau quando vemos tal desordem, e falta de organização dos meios disponíveis. Mas para nós o mais frustrante é depois de um feriado e na véspera de um fim-de-semana levantarmo-nos de madrugada (cerca das 5h30) "como é hábito" de muitos elementos da turma a fim de estarem presentes as 8h nas aulas. Qual não é o espanto, o desânimo, a frustração de não ter aulas. Provavelmente até mesmo os Formadores com tantas trocas e baldrocas nem sabiam que tinham formação.
Emanuel Santos
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Juntos conseguiremos
Parece que estamos a passar por um período de turbulência. O que eu peço a todos os meus companheiros de viagem é que sejamos unidos e rumemos em direcção a Maio de 2011. Provavelmente não será fácil, mas desistir, ou baixar os braços também não resolve, pelo contrário perderemos muitos meses de investimento e dedicação. Por isso, coragem e força, juntos chegaremos a bom porto. MAIO 2011
Emanuel Santos
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Frustração
É verdade, temos direito a sauna logo pela manhã. Para quem viaja 40 minutos de comboio, que às vezes parece mais um frigorifico, chegar ao centro, entrar num forno e ficar a cozer durante hora e meia acreditem não é muito agradável. Por vezes sinto-me um frango, a sair do frigorífico e...directo prá panela. No entanto, penso que bastava alguém deixar as janelas abertas durante a noite. Assim o calor podia sair e o ar circulava arejando a sala. Simples, ecológico e de borla. O problema é que este é só um dos muitos problemas com que nós nos temos deparado desde que começou o curso. É realmente muito triste, investir tempo e dinheiro numa formação que supostamente deveria estar bem projectada e no entanto reina a confusão, a falsidade e a incompetência. O que me custa mais é a arrogância com que somos tratados. Custa-me ser tratado como uma criança quando me estou a esforçar para poder proporcionar um futuro melhor aos dois filhos que tenho em casa. É verdade companheiros, a nossa vida não está muito fácil. Também é verdade que ninguém disse que ia ser fácil mas, às vezes bastava que quem faz, apregoa e faz cumprir as regras também as cumprisse.
Pedro Pacheco
domingo, 30 de maio de 2010
Louco ou sonhador?
Um dia vou montar um painel solar assim, como na imagem.
Nesse dia a energia será enviada para as nossas casas por blutooth ou algo parecido.
Nesse dia, pensamos e a luz liga-se, tudo será inteligente e magico como um piscar de olhos.
Talvez seja loucura ou serei um sonhador?
Emanuel Santos
Emanuel Santos
sábado, 22 de maio de 2010
O FUTURO HOJE
Cada dia mais pessoas estão conscientes de que usando adequadamente, técnicas de energia fornecem uma ferramenta para alcançar o desenvolvimento, mas que a continuação das tendências atuais podem degradar o ambiente e promover uma existência sórdida. O problema não é saber quanta energia precisamos, ou quanto custou, ou sei agora, que as tecnologias que precisamos desenvolver, ou como vamos distribuir energia. O problema é saber se nós sabemos o real significado do que é tudo isso.
Sociologicamente, que impôs um modo de vida esbanjador de energia, mas acho que a sociedade espontaneamente adotar um estilo de vida mais energia conservadora e respeitadora do meio ambiente é apenas uma hipótese. Agora, num mundo em fase de profundas mudanças sócio-econômicas e tecnológicas, e não é fácil para uma pausa e refletir.
A energia solar é a única fonte renovável que pode fornecer condições de vida que convença mais de dois bilhões e meio de pessoas em todo o mundo. Todas as sociedades antigas homenagem ao sol O montante anual de energia solar incidente na Terra é dez vezes as reservas de combustíveis fósseis e urânio juntos. O Sol é a fonte de quase todas as fontes de energia renováveis.
Você não pode tentar prever o que será a maior experiência em desenvolvimento de aplicações fotovoltaicas a partir do ano 2002, já que todos estão sendo consolidadas. Nem deve conhecer e analisar as evoluções ao longo dos últimos vinte anos para perceber o grande futuro que aguarda a tecnologia fotovoltaica. Desde que a conservação das fontes de energia não-renováveis passou a ser tratada como uma necessidade, evolução que se verificou no uso de energias renováveis tem sido espectacular. O mercado atual PV cresce fortemente a uma taxa superior a 17% anualmente. Estão sendo produzidos e grandes progressos significativos na articulação do mercado. Mas agora, a inércia existente favorece a mais poluente das fontes de energia, devido ao mau funcionamento de um sistema de preços que reflete seu custo real não é real económica, social e ambiental. No entanto, o sector da energia está evoluindo abrangidos sobre a importância que hoje é a liberalização econômica e proteger o ambiente natural.
Energia fotovoltaica fornece uma oportunidade para reduzir custos administrativos. Por exemplo, para a aplicação da energia solar não exigem normas de segurança especiais ou restrições de escape, ou regulamentos especiais em matéria de resíduos, estações de controle ou de poluição.
Como principal característica de sua força e seu futuro, essa energia mostra excelente capacidade de trabalhar com outras fontes de energia. Achamos que trabalham com energia fotovoltaica usinas nucleares, hidrelétricas, e de todos os tipos. Mostrando a versatilidade da energia fotovoltaica é muito grande, existem meios que outros trabalham com a rede de distribuição de electricidade, andar de camelo, outros montados em um satélite artificial, em cima de um semáforo, um relógio de pulso, no Pólo Sul, e assim por diante. A lista é tão grande quanto diversificada.
Se apenas 2% dos edifícios europeus sistemas fotovoltaicos disponíveis poderia criar cerca de 100.000 empregos. Tecnologia fotovoltaica acabará por produzir um efeito multiplicador no emprego, dado que a grande maioria dos empregos são gerados nas áreas de destino da instalação. Além do uso fotovoltaica é especialmente benéfico, pois garante a continuidade no tempo sem sazonalidade, é distribuído em todo o país e, especificamente nas áreas que mais necessitam do estímulo do desenvolvimento econômico.
Os governos ocidentais estão redefinindo seus papéis no setor de energia, ea atração que esta mudança está forçando as grandes empresas a acompanhar de perto as mudanças que estão sendo introduzidas. A maioria das mudanças políticas em curso fazem parte de uma dessas cinco categorias: a redução dos subsídios aos combustíveis fósseis; redirecionar as despesas em investigação e desenvolvimento (P & D) em novas tecnologias, elaboração de nova legislação; redirecionar ajuda energética aos países em desenvolvimento e previamente fechado para abrir os mercados de energia para mais participantes e maior concorrência.
Luís Contumélias
In: Energias Renováveis
Luís Contumélias
In: Energias Renováveis
quinta-feira, 20 de maio de 2010
Não há como a vida de cão.
Temos ar condicionado às janelas abertas e à porta da sala.
E verdade que o País está a passar por um período de contenção, mas chegar a uma sala de aulas as 8 Horas da manha e estar muito mais calor dentro do que fora é terrível, estamos em Maio como será os meses à frente?
Excelentíssimo Director está formalmente convidado a visitar a nossa sauna… UPS, desculpe sala 257 onde decorre o curso de Técnicos instaladores de sistemas solares Fotovoltaicos. Desculpe, pode vir em mangas de camisa.
Emanuel Santos
terça-feira, 18 de maio de 2010
Brincadeiras + mal entendidos = discussão
Resultado, nem sempre a discussão ganha. Hoje pudemos assistir a um sincero pedido de desculpas em público pelo mal entendido da véspera entre dois colegas. Foi um acto de coragem e merece os meus parabéns por contribuírem para o bom clima da nossa turma. Posso só acrescentar que este humilde acto serve de exemplo para todos nós. Obrigado
Emanuel Santos
terça-feira, 11 de maio de 2010
Incentivo sem encorajamento
Fui encorajado na disciplina de STC a criar este blogue para a turma, com o objectivo de todos participarem. Certo, certo é que tal não tem acontecido, nem mesmo quem encorajou se dignou a dizer, “estive aqui” quem sabe, deixar um comentário???
Emanuel Santos
Emanuel Santos
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Faz o que te digo mas não faças o que eu faço!
Parece que se esqueceram de dizer que o director e seus adjuntos estão isentos, nalguns dias.
Obs.: A foto que ilustrava esta publicação foi retirada a pedido do Senhor Director do Centro de Formação de Setúbal.
Eça de Queiroz
Em CLC 6 falámos de um personagem interessante no meu ponto de vista. Afonso da Maia.
Afonso da Maia era baixo, maciço, de ombros quadrados e fortes. A sua cara larga, o nariz aquilino e a pele corada. O cabelo era branco, curto e a barba branca e comprida. Como dizia Carlos: “lembrava um varão, um D. Duarte Meneses ou um Afonso de Albuquerque”.
É um homem requintado nos gostos. Quanto era jovem aderiu aos ideais do Liberalismo.
Apesar algumas mudanças na vida, Afonso não se esquecia Inglaterra principalmente quando a contrastava com a Lisboa “miguelista”.
A desilusão que sentia era falada entre amigos, mas as suas palavras, como que voavam até Queluz onde estava o Rei. Em consequência a polícia invadiu a sua casa em Benfica «a procurar papéis e armas escondidas». Afonso, com o filho nos braços e a mulher a tremer ao seu lado, viu toda a sua casa ser revistada sem nada encontrarem.
Poucas semanas depois partiu para Inglaterra com a esposa e filho.
A sua mãe morre de apoplexia e a sua tia Fanny foi para Richmond para completar a felicidade de Afonso.
Em Inglaterra, Afonso sentia que sua mulher não era feliz. E só se satisfazia à noite quando se refugiava no sótão com as criadas portuguesas para aí rezarem ave-marias, odiava tudo o que era inglês, protegendo o seu filho como se, de uma praga se tratassem. Para educar Pedro mandou vir de Lisboa o padre Vasques, que passou a ensinar-lhe as declinações latinas, sobretudo a cartilha, para desgosto de Afonso.
Afonso decide voltar a Benfica, mas Maria Eduarda definhava lentamente. Afonso encontrava a cada momento pelos corredores outras figuras canónicas. Afonso num ateísmo rancoroso quereria as igrejas fechadas como os mosteiros, as imagens escavacadas a machado, uma matança de reverendos...
A esposa de Afonso morre, e Pedro sofre e passa os dias no cemitério para desgosto de Afonso que vê um filho fraco, como que a seguir os passos da mama.
... “Mas um dia, excessos e crises findaram. Pedro da Maia amava! Era um amor à Romeu”.
Foi um amor de Pedro que Afonso desaprovara devido às origens de Maria, por ser filha de um assassino. Mesmo assim Pedro foi contra seu Pai. Saiu de casa e casou as escondidas.
Desta relação nasceram dois filhos, um deles é Carlos da Maia.
Carlos passa a infância com o avô, em Santa Olávia, formando-se em Coimbra. Afonso regressa a Lisboa, ao Ramalhete, vinte e cinco anos desde a última vez que tinha estado em Lisboa, devido ao trabalho de Carlos ser em Lisboa.
Longe de ser velho borralheiro, Afonso naquela idade não tinha uma dor ou doença e atribuía isso aos seus banhos matinais nas águas frias, e fazia isso religiosamente como de uma oração se tratasse.
Afonso amava os seus livros, o aconchego da sua poltrona, como dizia, “era simplesmente um egoísta.”
Mas não era, parte de seu rendimento era para a caridade, amava os fracos e os pobres, as crianças em Santa Olávia corriam para Afonso, porque era carinhoso e paciente. “Tudo o que vive lhe merecia amor — e era dos que não pisam um formigueiro e se compadecem da sede de uma planta”.
Afonso, não era homem de sair à rua para conversar, era reservado, preferia um bom livro junto ao fogão que lhe lembrava Inglaterra, com o seu velho gato aos pés, com o nome de Bonifácio: depois, ao chegar à idade do amor e da caça, fora-lhe dado o apelido mais cavalheiresco de «D. Bonifácio de Calatrava»: agora, dorminhoco e obeso, entrara definitivamente no remanso das dignidades eclesiásticas, e era o «Reverendo Bonifácio»...
Assim posso concluir que Afonso tem ou tinha altos e firmes princípios morais. Que é ou era o símbolo do velho Portugal que contrastava com o novo Portugal. Tinha sonhos de um Portugal impossível por falta de homens capazes.Emanuel Santos
terça-feira, 13 de abril de 2010
Corrosão um exemplo usual de fenómeno químico
Terminamos mais um modulo Corrosão.
Assim aprendemos que a corrosão é um processo que resulta da acção do meio sobre um determinado material, causando-lhe a sua deterioração. Esse fenómeno ocorre em materiais, como o betão os polímeros orgânicos. Também podem ocorrer em gradeamentos, automóveis, electrodomésticos e em instalações industriais. Os prejuízos causados pela corrosão atingem custos extremamente altos, isto sem falar dos acidentes e perdas de vidas humanas provocados por contaminações, poluição e falta de segurança dos equipamentos. Estima-se que cerca de 30% do aço produzido no mundo seja utilizado para repor peças e partes de equipamentos e instalações deterioradas pela corrosão. Fizemos dois trabalhos onde podemos aprender muito mais sobre processos anti-corrosivos, que nos servirá para memoria futura.
Emanuel Santos
terça-feira, 6 de abril de 2010
Somos bons
Digo que somos bons, porque no passado não muito longínquo eu não acreditava ser capaz de fazer dois riscos direitos. Hoje digo que consigo não dois, não três, não quatro, mas muitos, muitos riscos direitos e acima de tudo com lógica.
Emanuel Santos
quarta-feira, 31 de março de 2010
A luta não é fácil, mas pacifica.
Hidráulica e pneumática, e dizia eu, à coiso e tal aquilo é só PUF, TCHO. PUF, TCHU.
Então os esquemas, a simbologia e muito mais?
Já lá vão três aulas de seis horas cada e a luz começa a surgir. O formador ensina e explica, e nos fazemos os esquemas à medida do que nos vai sendo solicitado. Como o dito esquema na mão e bem feitinho, lá vamos nós todos contentes passar à prática. Agora sim é só PUF, TCHO. PUF, TCHU. PUF, TCHO. PUF, TCHU. PUF, TCHO.
Emanuel Santos
Então os esquemas, a simbologia e muito mais?
Já lá vão três aulas de seis horas cada e a luz começa a surgir. O formador ensina e explica, e nos fazemos os esquemas à medida do que nos vai sendo solicitado. Como o dito esquema na mão e bem feitinho, lá vamos nós todos contentes passar à prática. Agora sim é só PUF, TCHO. PUF, TCHU. PUF, TCHO. PUF, TCHU. PUF, TCHO.
Emanuel Santos
sábado, 27 de março de 2010
Alguém ouviu
Parece que fui ouvido, depois de tanto gritar na minha frustração lá começamos a rabiscar. Assim sim, eu quero é desenhar.
Obrigado por me ouvir.
Emanuel Santos
Obrigado por me ouvir.
Emanuel Santos
sexta-feira, 19 de março de 2010
Estou farto, cansado e um pouco desiludido.
Gastam-se rios de dinheiro a formar pessoas como base em referenciais que custaram outros tantos rios, para por fim darem rios de dinheiro a “formadores” que se calhar nunca viram ou leram o referencial da disciplina que lhe compete. Estou FARTOOOOOO
Emanuel Santos
quinta-feira, 11 de março de 2010
Aula prática
Hoje na aula de desenho técnico, fizemos um trabalho muito prático, fomos reconhecer as instalações do centro de formação por fora com o objectivo de tirar medidas para podermos aprender desenhar as entradas à escala. Tirámos fotos a fim de servir de memória futura e ficamos com um bom esboço da porta que nos calhou, parece que estas aulas práticas nos dão outra vida e eleva-nos o ânimo, passou muito rápido.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Ditadura ou Democracia?
Nasci na Republica do Zaire, actual Republica Democrática do Congo, aí permaneci até 1989, onde a ditadura imperava a fim de controlar o povo. Havia um governo, um partido e um presidente, tudo o que ia alem disso era para abater.
Muito sinceramente nunca me senti privado da minha liberdade, é verdade que as vezes senti certas limitações mas eram para a minha segurança pessoal, e quando nascemos num ambiente assim não estranhamos.
Já cá em Portugal, um país democrático sinto exactamente a mesma liberdade que tinha antes, nunca me lembro de ter sido privado da minha liberdade, as vezes pode ser limitada ou não estar ajustada à minha realidade, mas a verdade é que o meu próximo também tem a sua liberdade que começa onde acaba a minha, por isso compreendo e aceito, talvez por isso nunca tenha sentido privação de liberdade.
Também é verdade que a liberdade sem limites poderia conduzir à tirania dos mais fortes sobre os mais fracos. Para evitar tal perigo insere-se o Estado liberal, como garante dos movimentos da autonomia de cada um. O Poder do estado existe, a fim de garantir que os direitos individuais não colidam justificados pela Liberdade.
Emanuel Santos
sexta-feira, 5 de março de 2010
LIBERDADE
Nasci no ano de 1975, sou portanto de uma geração em que a liberdade era um dado adquirido, ou seja, segundo os nossos “pais” pouco tempo antes de nascermos não havia liberdade. Cheguei a perguntar a familiares e amigos, mais velhos, o que queriam dizer com aquela história de que “antigamente não havia a liberdade que há hoje”. Pois bem, foi-me sendo explicado que, antes da actual republica democrática existia um regime político que se insurgia das mais variadas maneiras, possíveis e imaginárias, contra quem não aprovasse as regras do estado ou pior ainda que tivesse ideias contrárias. Sim pensando bem, limitar o meu pensamento, não poder escolher livremente quem governa o meu país e ter recolher obrigatório, não é propriamente sinónimo de liberdade. Conclui então que era um sortudo, porque nunca tinha conhecido aquela realidade, nem sentido na pele a opressão de uma ditadura. Entretanto também ouvi outras versões da mesma história, descobri que havia pessoas que preferiam o regime antigo diziam que viviam melhor antes e havia mais segurança nas ruas. Quer dizer, parece que fomos do oito ao oitenta, ou seja, se antes podíamos ter problemas com a polícia apenas por usar em público as palavras, liberdade, comunismo ou mesmo vermelho, actualmente há polícias presos por ripostarem contra criminosos, há corrupção por todo lado e à vista de todos, existe portanto, um sentimento cada vez mais geral de que a justiça não funciona em Portugal. Liberdade a mais ou a menos é um assunto muito complicado, pois depende sempre do ponto de vista. José Julián Martí Pérez, jornalista, filósofo e poeta, quando lutava pela independência de Cuba em relação a Espanha, disse um dia, “ A liberdade custa muito caro e temos ou de nos resignarmos e viver sem ela ou de nos decidirmos a pagar o seu preço”. Neste caso julgo que o preço a pagar pela liberdade seja referente às vidas perdidas na luta contra o poder que a limita ou retira, mas porventura este filosofo nunca pensou que depois de conquistada, a liberdade para ser mantida tem sempre de ter algumas limitações, ou seja não podemos confundir liberdade com o, fazer tudo o que nos apetece. No que me diz respeito, eu tenho um conceito de liberdade que me foi ensinado não sei por quem, nem tão pouco sei quem é o autor original, mas que para mim resume tudo,”A minha liberdade acaba onde começa a dos outros”. E seguindo esta cartilha, julgo estar a contribuir para a liberdade dos outros usufruindo da minha com responsabilidade.
Pedro Pacheco
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