Dia 16/07/10 aulas práticas (serralharia de bancada)
A manhã começou bem, com a malta cheia de vontade para aprender novas técnicas e novos ofícios (para quem nunca trabalhou na área).
O Sr. F. Lopes (formador), bem-disposto por mais um dia, este em especial, por ser sexta-feira, e já se avizinhava o fim-de-semana merecido.
Juntámo-nos a volta da bancada improvisada para receber as instruções do dia. Um trabalho simples e fácil. Fazermos uma abraçadeira para apertar um tubo. Correu lindamente e o pessoal estava animado em deixar a dita na maior das perfeições.
No segundo exercício (trabalho) a coisa ficou mais complicada, não pelo trabalho em si mas pelo facto de termos que abrir um chanfro de cinco milímetros a quarenta e cinco graus numa barra metálica (barra de aço 50x50x10 milímetros) à martelada e com ajuda de uns escopros, que se podiam contar pelos dedos de uma só mão e que deveriam servir a todos os formandos (vinte). Sei como é difícil gerir um bom armário de ferramentas, mas um armário com tanta escassez de ferramenta ultrapassa tudo o que é razoável, pois são turmas grandes e como tal, contava com melhores condições.
Com esforço e paciência, que nem o famoso Job, lá fomos nós fazendo a tarefa, o mesmo é dizer, fazer das tripas coração.
Mais grave. Num curso desta dimensão com aulas práticas de oficina, é surpreendente a falha que existe no material de segurança individual (E.P.I.) Equipamentos de Protecção Individual. Recordo que existe regulamentação diversa nesse sentido: Decreto-lei 441/91 de 14/11/91 – Lei-quadro da segurança, higiene e saúde nos locais de trabalho.
E isto porquê?
Lembro que estávamos a abrir um chanfro numa peça metálica com recurso ao escopro e martelo, tal fazia com que saltassem aparas metálicas em todas as direcções, com bastante velocidade, um perigo para quem estava a trabalhar como também para os demais colegas que partilhavam o mesmo espaço e a mesma bancada. O mesmo acontecia ao afiarmos a ferramenta na pedra de esmeril, sem óculos de protecção e com as limalhas a saltarem por tudo o que era sítio. Óculos nem pensar, luvas nem vê-las.
Vá-se lá saber o que é que o almoxarife quis dizer aquando da nossa ida ao depósito de material: … o vosso curso acaba e não vão ter esse material… Dou-lhe o benefício da dúvida.
Espero que as vinte e cinco horas do módulo UFCD 8 (Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho) não sejam em vão.
Apostar na qualidade dos nossos técnicos passa pela boa formação. A valorização e qualificação destes técnicos são também responsabilidade das organizações, neste caso do Centro (IEFP).
Alberto Silva
Fotovoltaicos 001 fizeram um nome que veio para ficar. Pretende-se desta forma dar a conhecer, através da experiencia adquirida e aplicada no dia-a-dia. Continuamos a utilizar a blogosfera, para dar mais ênfase à nossa motivação e ao mesmo tempo tentaremos ajudar todos os que quiserem encontrar uma vantajosa alternativa energética. Limpa e silenciosa. Tudo por um futuro menos dependente do consumo de combustíveis fósseis. Apostando nas energias renováveis. Emanuel Santos
sexta-feira, 16 de julho de 2010
quinta-feira, 15 de julho de 2010
CÁ SE VAI ANDANDO...
Aconteceu de novo: mais uma sessão branca, com duas horas...de PRA.
Será que o tempo previsto para o estágio, vai chegar para tapar todos estes buracos negros?
LUÍS CONTUMÉLIAS
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Foi com muita pena que ouvi o Senhor Director dizer que, passo a citar” não vale a pena irem por aí porque eu não leio blogs, se querem reclamar de algo que julguem não estar bem, escrevam num papel e eu responderei, como aliás, já aconteceu noutra ocasião”. No entanto parece que alguém lê o nosso blog, porque senão como teria ele conhecimento da tal foto? E quem lhe contou da sua existência não lhe terá contado também do resto dos problemas que assolam o nosso curso? Porque será que o senhor director começou a sua intervenção perguntando a todos se” alguém tinha alguma reclamação a fazer “ ou se “alguém tinha alguma questão que quisesse ver resolvida”. Se sabia das nossas reclamações, (julgo que pouco interessa a via pela qual tomou conhecimento), não seria mais lógico atestar a veracidade das mesmas e tentar resolve-las? Eu imagino que o Sr. Director não possa chegar a todo lado e que tenha coisas mais importantes para fazer, pois tem um cargo que exige muita disponibilidade” é por isso que existem os colaboradores”. Entretanto, se os problemas persistem é preciso ir subindo na hierarquia, até que alguém os resolva. Será preciso escrever uma carta ao Sr. Director a pedir um novo formador de P.R.A. para deixar de haver atrasos no pagamento dos apoios sociais? Penso que não, por isso vou continuar a fazer as minhas reflexões, bem como todos os trabalhos que outros formadores me pedirem, com o objectivo de me valorizar e levar este curso até ao fim. O percurso tem sido acidentado, mas tenho aprendido muito e sinto que no fim tudo vai acabar bem. Mais uma vez digo: é pena que o Sr. Director não leia blogs, pois penso que, uma reclamação pertinente e legítima deve ser relevada, independentemente da maneira como é feita, além disso o blog é mais ecológico.
P.S. Normalmente sou extrovertido e brincalhão, reconheço que, em algumas ocasiões, elevo um pouco o tom da minha voz, fruto por vezes da paixão que tenho pelas coisas da vida. Não sou, no entanto, mal-educado, nem problemático muito menos arruaceiro. Agradeço que quem iniciou os rumores que a nossa turma tem má conduta, caracterize as afirmações e especifique quem fez o quê. Pode usar o blog.
Pedro Pacheco
terça-feira, 13 de julho de 2010
A mestria do Sr. Director
Fomos aliciados a criar um blogue. Isso faz de nós, formandos, pessoas mais completas e atentas às novas tecnologias. Também faz parte da formação e estou plenamente de acordo.
Nunca tinha participado e até me passava ao lado todo este mediatismo.
Ontem, dia 12 de Julho, despertou em mim uma vontade tremenda de participar e defender o meu ponto de vista em relação a todo este processo que é a minha aventura no programa EFA do IEFP de Setúbal.
Por volta das onze e pouco, quando nos encontrávamos em plena formação técnica (termodinâmica), apareceu o Sr. Director (do Centro de Setúbal) com o semblante bastante carregado.
Depois de pedir licença para interromper a aula, com o devido respeito que lhe é próprio, começou por abordar a turma em questões banais, como: se o programa estava a correr bem; se tínhamos alguma coisa para dizer ou criticar, etc.
Apanhou-me um pouco de surpresa pois não estava à espera do motivo principal da sua presença. Eis que o mote da sua indignação era um almoço com a respectiva comitiva que vem ao centro e que, pelos vistos, segundo o Sr. Director acontece umas quatro vezes ao ano. Até aqui tudo bem.
O problema é que numa destas visitas o Sr. Director convidou os respectivos convivas para um almoço aqui no Centro. Tudo bem. Acontece então, que em pleno refeitório, (frequentado por formandos, formadores e administrativos) foram “apanhados” a almoçar com garrafas de vinho (álcool) que é expressamente proibido, e com toda a razão, pois tal seria incomportável como toda gente sabe.
Pergunto, porquê esta excepção?
Com que olhos admiramos uma atitude destas?
Será que existem dois pesos e duas medidas?
Que exemplo é este?
Se era um dia especial, então que a excepção fosse aberta a todos (no mínimo um copito de vinho para quem quisesse) já não se falava no assunto e toda a gente saía satisfeita e agradecida por ser considerada e respeitada.
Não aconteceu.
Para cúmulo, um colega tirou uma fotografia à respectiva mesa e manifestando a sua razão publicou-a no blogue da turma, o tal blogue que nos foi sugerido que criássemos. Indignação foi a palavra de quem se sentiu prejudicado, mas a disposição de perceber que havia falhado não foi considerada.
Sem justificação, por orgulho ou por falta dele, não foi assertivo com a sua mensagem. Cruelmente acusou a turma (fotovoltaicos 001) de má fé ao publicar uma foto no respectivo blogue.
Lembro que estamos numa instituição pública e a imagem desta é da responsabilidade de quem ocupa o lugar máximo na Direcção.
Não aceito que me tratem como um imbecil que não sabe dos direitos e não cumpre deveres.
Sou um cidadão que respeita, como tal exijo respeito. Não admito que alguém me diga que está à beira da reforma e que já não tem nada a perder. Que não precisa disto ou daquilo, mas que não está disposto a abrir mão do que diz não precisar.
Em que é que ficamos?
Humildade não é doença. Assumir um erro não faz de nós cidadãos inferiores, pelo contrário, faz-nos mais altruístas.
Esta é a minha opinião. Consigo viver com isto e assumo com grande rigor a boa fé do próximo. Faz de mim um cidadão melhor.
Este comentário é da minha e única responsabilidade.
Formando – Alberto Silva
Nunca tinha participado e até me passava ao lado todo este mediatismo.
Ontem, dia 12 de Julho, despertou em mim uma vontade tremenda de participar e defender o meu ponto de vista em relação a todo este processo que é a minha aventura no programa EFA do IEFP de Setúbal.
Por volta das onze e pouco, quando nos encontrávamos em plena formação técnica (termodinâmica), apareceu o Sr. Director (do Centro de Setúbal) com o semblante bastante carregado.
Depois de pedir licença para interromper a aula, com o devido respeito que lhe é próprio, começou por abordar a turma em questões banais, como: se o programa estava a correr bem; se tínhamos alguma coisa para dizer ou criticar, etc.
Apanhou-me um pouco de surpresa pois não estava à espera do motivo principal da sua presença. Eis que o mote da sua indignação era um almoço com a respectiva comitiva que vem ao centro e que, pelos vistos, segundo o Sr. Director acontece umas quatro vezes ao ano. Até aqui tudo bem.
O problema é que numa destas visitas o Sr. Director convidou os respectivos convivas para um almoço aqui no Centro. Tudo bem. Acontece então, que em pleno refeitório, (frequentado por formandos, formadores e administrativos) foram “apanhados” a almoçar com garrafas de vinho (álcool) que é expressamente proibido, e com toda a razão, pois tal seria incomportável como toda gente sabe.
Pergunto, porquê esta excepção?
Com que olhos admiramos uma atitude destas?
Será que existem dois pesos e duas medidas?
Que exemplo é este?
Se era um dia especial, então que a excepção fosse aberta a todos (no mínimo um copito de vinho para quem quisesse) já não se falava no assunto e toda a gente saía satisfeita e agradecida por ser considerada e respeitada.
Não aconteceu.
Para cúmulo, um colega tirou uma fotografia à respectiva mesa e manifestando a sua razão publicou-a no blogue da turma, o tal blogue que nos foi sugerido que criássemos. Indignação foi a palavra de quem se sentiu prejudicado, mas a disposição de perceber que havia falhado não foi considerada.
Sem justificação, por orgulho ou por falta dele, não foi assertivo com a sua mensagem. Cruelmente acusou a turma (fotovoltaicos 001) de má fé ao publicar uma foto no respectivo blogue.
Lembro que estamos numa instituição pública e a imagem desta é da responsabilidade de quem ocupa o lugar máximo na Direcção.
Não aceito que me tratem como um imbecil que não sabe dos direitos e não cumpre deveres.
Sou um cidadão que respeita, como tal exijo respeito. Não admito que alguém me diga que está à beira da reforma e que já não tem nada a perder. Que não precisa disto ou daquilo, mas que não está disposto a abrir mão do que diz não precisar.
Em que é que ficamos?
Humildade não é doença. Assumir um erro não faz de nós cidadãos inferiores, pelo contrário, faz-nos mais altruístas.
Esta é a minha opinião. Consigo viver com isto e assumo com grande rigor a boa fé do próximo. Faz de mim um cidadão melhor.
Este comentário é da minha e única responsabilidade.
Formando – Alberto Silva
FOI MESMO ESCADA ABAIXO!
O que mais temia aconteceu. A nossa simpática orientadora do PRA, Ana Sequeira, caiu mesmo, escada abaixo, no tapete vermelho estendido à chegada.
Resta-me a dúvida se se terá evaporado...pouco provável, pois nem chegou a aquecer o lugar.
Lamento.
LUÍS CONTUMÉLIAS
Resta-me a dúvida se se terá evaporado...pouco provável, pois nem chegou a aquecer o lugar.
Lamento.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
VISITA DO ALTO
Digeríamos calmamente a manhã de segunda-feira. Com moleza anunciada, após desgastantes mergulhos de fim-de-semana, nas soalheiras praias da nossa zona. Eis senão quando, somos surpreendidos por um leve bater na porta da 257. Era nem mais nem menos que o Sr. Director deste Centro.
Em curto espaço de tempo tivemos então a honra da sua segunda visita. Sempre muito calmo, educado. Demonstra interesse em querer saber se tudo corria bem, na nossa formação. A resposta foi quase unânime. Pelo menos a julgar pelo silêncio feito na sala.
Apenas um ou outro quebrou o protocolo do "fala um de cada vez". Querendo interrogar sobre questões relacionadas com atrasos nos reembolsos dos passes. Tudo foi ultrapassado, ali mesmo. Reforçado pela afirmação de que se precisássemos de alguma coisa o contactássemos, aliás como anteriormente aconteceu. Disse.
Pôs-nos a par que nem tudo vai bem no que lhe chega aos ouvidos em relação aos "Fotovoltaicos"...
Que lhe parecia sermos conflituosos... De imediato lhe foi sugerido a menção a nomes, que um grupo de vinte pessoas, não afinará pelo mesmo diapasão. Concordou!
Mas havia algo mais...que já tinha ficado subentendido ao afirmar que não lia blogues. Reforçava, que se algo não ia bem que com ele entrássemos em contacto, directamente ou por escrito. Quanto ao nosso blogue que não tinha tempo para ler e se gostasse de protagonismo, tinha dois filhos peritos na área da informática que o ajudariam a tal.
Por não querer esse tal protagonismo e sendo passível de processo judicial, a publicação de fotos não autorizada, pediu-nos, sempre educadamente como é seu apanágio, que retirássemos do blogue a foto da discórdia. Pedido imediatamente acatado.
AQUI poderá conferir (já sem foto), o que a 10 de Maio passado, foi publicado e punha em causa a existência de taças de vinho na mesa dos convidados do Director.
Mais foi dito pelo nosso Director, que nem sequer consome bebidas alcoólicas, senão socialmente.
Também nos disse que sempre que algumas "figuras" por ele forem convidadas a degustar um almoço neste Centro, haverá na mesa vinho, por respeito a esses mesmos convidados.
LUÍS CONTUMÉLIAS
Desculpe e Adeus
Hoje segunda-feira dia 12 de Julho de 2010, fomos mais uma vez visitados pelo Sr. Director do centro de formação. Motivo, diz-se que a nossa turma é insubordinada e tem causado problemas. Quem disse o que e a quem, ou como, ninguém sabe. Certo é que o motivo da visita foi uma foto colocada no blogue por mim, Com o tema "faz o que te digo mas não o que eu faço, publicada em Maio" o que me pediu que a retirasse, o que já foi feito antes de escrever estas breves palavras, acerca da qual eu pedi desculpa por não lhe ter pedido autorização para a publicar.
Assim chego a conclusão que o nosso blogue tem feito estragos, principalmente para quem não gosta de ser criticado e como eu não quero ser causa de tropeço para ninguém, venho anunciar o meu afastamento do blogue temporariamente no que respeita a denunciar o que quer que se passe neste centro.
Emanuel Santos
sábado, 10 de julho de 2010
Tudo certinho e direitinho
Já tínhamos saudades da normalidade, houve momentos em que já nem sabíamos o que íamos fazer. Mas desde que temos este horário que nos foi garantido até às férias tudo tem se desenrolado suavemente e sem sobressaltos, enfim tudo voltou à normalidade que tanto queríamos. Obrigado
Emanuel Santos
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Avião Solar
O avião “solar impulse” enfrentou esta noite um teste decisivo na primeira viagem aérea de 24 horas, impulsionada apenas a energia solar.
Graças a mais de 12 mil células Fotovoltaicos o aparelho que, descolou ontem de madrugada da Suíça, pôde carregar as baterias durante o dia que iriam permitir prosseguir a viagem nocturna.
Um dos responsáveis do protótipo não escondeu o nervosismo ao dizer, “o piloto vai ser obrigado durante a noite a descer aos 1500 metros e a aumentar a rotação das hélices para manter a altitude até ao nascer do sol. O suspense está ao rubro pois não sabemos se o avião captou energia suficiente para alimentar os motores até à aurora”.
O “solar impulse” é o protótipo de um avião que, em 2012, deverá efectuar a primeira volta ao mundo movido a energia solar. O aparelho, cuja velocidade máxima ronda os 70km por hora, pode atingir a altitude máxima de 8 mil metros.
As dúvidas sobre a autonomia do primeiro avião ecológico foram dissipadas ao nascer do Sol.
Web grafia euronews
Web grafia euronews
texto revisto
Emanuel Santos
Emanuel Santos
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Energia solar
A energia solar é a fonte de energia mais abundante na Terra. Calcula-se que o seu valor seja cinco mil vezes superior ao somatório de todos os outros tipos de energia ( nuclear, geotérmica, hidroeléctrica, etc.).
Para ter uma ordem de grandeza, estima-se o consumo anual de energia na Terra em 1014 kwh, ou seja 1/10000 da energia que o sol envia à Terra. Isto significa que a energia que o sol faz chegar à Terra em menos de uma hora é suficiente para o consumo durante um ano.
A energia solar assume-se assim como uma alternativa válida para satisfazer as necessidades futuras do planeta, demasiado dependente de fontes de energia em declínio acentuado (combustíveis fósseis) e de outras fontes de energia supostamente inesgotáveis mas com impactos ambientais graves (nuclear). È também consensual que o esforço financeiro feito durante algumas décadas por diversas potências no desenvolvimento da energia nuclear, se tivesse sido direccionado para a energia solar, estaríamos hoje quase auto-suficientes em termos de geração de energia eléctrica.
Emanuel Santos
domingo, 4 de julho de 2010
Manuais didácticos
Quando falámos com o Sr. Director, uma das nossas preocupações que lhe expusemos foi a falta de manuais para as formações de diversas disciplinas. O que ele respondeu, que iria ver o que se passava; mas foi dizendo que a responsabilidade é dos formadores em questão. Como até ao presente dia continua tudo igual ao passado para não destoar. O nosso talentoso colega Tiago, propôs-se a por em prática o que aprendeu na disciplina de desenho, para assim contribuir para o bom funcionamento do centro profissional de Setúbal. Nada mais, nada menos que três folhas de desenhos onde podemos ver algumas ferramentas e equipamentos que falámos na sala de aula. (Serralharia e Higiene e segurança no trabalho) Assim se necessitarem de compilar o princípio deste manual, não se esqueçam dos direitos de autor.
Desenhos de Tiago Gonçalves
Texto de Emanuel Santos
sábado, 3 de julho de 2010
SENTIDO DE HUMOR
O tempo corre incansável. Ninguém fica igual, ao acompanhar a sua passagem.
Sete meses passaram, desde aquele dia 2 de Dezembro, carregado de ansiedade, esperança e expectativa. Talvez mesmo uma nova oportunidade na carreira profissional. Uma melhoria, até na qualidade de vida. Quem sabia?
Mas nem tudo é o que aparenta. É certo que a perfeição vive arredada dos humanos. Contudo que não sirva de desculpa para tudo o que, até aos olhos de um leigo, se afigura mal planificado. Direi mesmo mal adaptado à realidade dos destinatários. Ou não fosse esta uma formação para adultos. Ao invés parece destinada a jovens que estão prestes a atingir a puberdade.
Mas nem tudo vai mal. Refiro-me sem entrar em grandes pormenores, a módulos de apenas 25 horas de conteúdo prático. Merecem referência: "Automatismos", que foi ministrado sem formação prévia em electricidade.
De manifesta curta duração, tivemos acesso, e com a muito boa vontade do formador, a dois simuladores, parcialmente avariados, para vinte formandos! Todos à molhada em volta de cada uma das máquinas, não foi suficiente para registar danos físicos de monta.
Outro bom exemplo foi a "Pneumática e Hidráulica". Também com a duração de 25 horas. A parte da hidráulica, foi um ar que lhe deu...apenas olhámos velhos equipamentos amontoados numa sala, com a garantia que o funcionamento era idêntico em tudo à pneumática.
Salvou-se O módulo de "Corrosão", que nem chegou a ser corrosivo. Limpo e sem espinhas.
Salvou-se O módulo de "Corrosão", que nem chegou a ser corrosivo. Limpo e sem espinhas.
O oposto: módulos mastigados, encaixados, e em catadupa literalmente despejados, em centenas de horas de duração, sobre uma mais ou menos enfastiada audiência. Por vezes com a necessidade de ser sacudido, um ou outro com a já célebre pergunta: "Sr. "X" está connosco?
Permito-me ainda pôr em causa a verdadeira utilidade de tais módulos de teorias desajustadas a uma formação deste cariz.
Muito fica por dizer, mas isso acontecerá na próxima, se não for antes...
2ª Edição.
Ficaram isentos de comentário alguns módulos, tais como: CLC, CP, STC, LEI/LEC, ou Desenho Técnico. Falarei sobre eles logo que necessário.
2ª Edição.
Ficaram isentos de comentário alguns módulos, tais como: CLC, CP, STC, LEI/LEC, ou Desenho Técnico. Falarei sobre eles logo que necessário.
Luís Contumélias
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Antes e depois...
Até pode ser mera coincidência. O que é certo é que dois dias depois de se publicar as fotos no tema “higiene e segurança no trabalho” vemos com alegria, que o dito estaleiro dentro do centro já está arrumado e com segurança para quem lá trabalha. Podem comprovar nas fotos abaixo o antes e o depois. Quer, tenha sido coincidência, quer não, o nosso obrigado por contribuírem para a vossa e nossa segurança.
Com respeito ao assunto, um colega de turma ouviu alguém dizer a um formador que nós não temos nada com isso. É verdade que não, mas nas maravilhosas aulas de CP, que fazem parte do plano curricular aprendemos que se incomodarmos o suficiente trás resultados. Por isso se a quilo que aprendemos não serve de nada, passem-nos os certificados que nos seguimos caminho. Até lá continuamos a aprender e aplicaremos, se for preciso incomodaremos.
Até breve, Emanuel Santos
Aos bons/boas formadores(as) e aos desempregados/as
Está na hora de enaltecer certos formadores, que com poucas (25!) horas de formação, (ao contrário de algumas que são desproporcionalmente extensas em relação á sua utilidade) que são imprescindíveis para o nosso percurso profissional, conseguem atingir os seus objectivos. Outros há que em condições deploráveis de temperatura, em pleno Verão, e com o martelo pneumático a "partir calhau" incessantemente, fazendo com os decibéis da voz, a plenos pulmões, aumente consideravelmente. Não obstante a mensagem passa. Esses sim são rigorosos no que fazem porque o fazem com gosto e deveria de haver menos granel e mais respeito.
Mas nem tudo são más notícias. O nosso centro contribuirá, com estas obras, para a crescente descida da taxa de desemprego(indicadores de Maio com o início do trabalho sazonal). O instituto nacional de estatística revelou que existem cerca de 10,6% de desempregados. Ora se á razão de o número de desempregados ser igual ao número de pessoas inscritas no centro de emprego, então estas boas notícias são só para o governo apresentar números a Bruxelas, números que andarão na casa dos 15 a 16% de pessoas desempregadas realmente no nosso País. Continuamos em formação, o que é muito bom, mas na mesma continuamos no desemprego na realidade.
Seja muito bem-vinda.
Hoje finalmente tivemos em aula alguém há muito esperado, a nossa nova formadora de PRA. Agora e depois de muito trabalho que teve com a trapalhada dos horários, garante-nos pelo menos até ao final de Julho um horário, o que é muito bom. Agora resta-nos acertar passo com a Ana e ver se consegue, e queremos acreditar que sim, que nos levará a bom porto.
Seja muito bem-vinda.
Emanuel Santos
Emanuel Santos
quarta-feira, 30 de junho de 2010
ONDE ESTÁ O WALLY????
AQUI SE VÊ A HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO, EM PORTUGAL.
EM DESTAQUE, VÊ-SE PERFEITAMENTE QUE O HOMEM APENAS ESTAVA A DESCANSAR A VISTA.....O PATRÃO PAGA MAL, OU ENTÃO É ALÉRGICO AO CRÓMIO E AO COBALTO....
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::tiagofilipenarcisogonçalves:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
EM DESTAQUE, VÊ-SE PERFEITAMENTE QUE O HOMEM APENAS ESTAVA A DESCANSAR A VISTA.....O PATRÃO PAGA MAL, OU ENTÃO É ALÉRGICO AO CRÓMIO E AO COBALTO....
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::tiagofilipenarcisogonçalves:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Segurança e higiene no trabalho
Como todos sabemos a segurança e higiene no trabalho é fundamental. A nossa vida, o nosso bem-estar dependem do cumprimento destas regras. Só tenho pena que num centro de formação profissional, onde todos os cursos têm uma disciplina que se chama, segurança e higiene no trabalho e depois vemos barbaridades de incumprimentos uns atrás dos outros…
Emanuel Santos e Ricardo Coelho
NÃO É FÁCIL...
Não, não é fácil sentir-se discriminado.
Nem sempre é nas coisas mais complexas da vida, que se notam gritantes destrinças. Aqui mesmo neste Centro de Formação de Setúbal, existe disfarçada discriminação.
Exprimente precisar de equipamento de proteção e/ou segurança tamanho XL...não existe! A julgar pela opinião de quem há muitos anos destribui o material, nem sequer virá!
Escrevo estas palavras de lamento por mim, mas garanto que só neste grupo existem três casos!
Ainda assim deixo esta pergunta no ar: Porque haveria o Centro ser diferente do resto do nosso País?
Luís Contumélias
terça-feira, 29 de junho de 2010
Serralharia
Ontem, dia 28 de Junho, lá fomos nós todos catitas.
De chuteiras e fato de treino novo oferecido pelo IEFP, fomos para as oficinas.
Temos jogo na serralharia.
Agora sim começámos no duro, quer dizer no aço, cortamos, limamos e marcámos para continuar.
Tão feliz que estás…
Isso já passa…
Ri-te, Ri-te...
Não é fácil...
Dói, Dói...
Toma que é para abrires a pestana.
Toma que é para abrires a pestana.
Peço-vos desculpa por não ter publicado ontem, mas o dedo de clicar ficou em mau estado.
Emanuel Santos
sábado, 26 de junho de 2010
Orga Nização ( desor) Ganizada ONG
Com tanto rigor que apregoam sobre cartões à vista, formadores intransigentes no horário (dividir para reinar), bons comportametos dentro da instituição (totalmente de acordo). Porquê não haver rigor naquilo que de mais importante há num compromisso onde está englobado um contrato? O horário. Vai sendo óbvio a bandalheira em que se está a tornar. Se há horários para cumprir, vamos cumpri-lo. Se isto funcionasse como um horário laboral, onde se pagam horas e nada há, por onde passei , já tinham falido ; e os que mandam já estavam no centro de emprego num despedimento com justa causa por...INGERÊNCIA . Já não bastava o que se passou nos dias 4 e 11 deste mês, eis que volta agora à carga aquilo que nos habituámos a dizer na nossa pátria : "É normal, é 6ª feira, é Verão". Ponham o vosso rigor a trabalhar numa formação a sério e não com formações téoricas e de tantas horas só para encher os chouriços dos recibos verdes que não nos levam a lado algum e com o pouco tempo que temos seria melhor aplicarem-nos em formações técnicas relativas á prática da nossa formação.
RICARDO COELHO
RICARDO COELHO
Será que se esqueceram de nós!?
Caros companheiros, muito honestamente, começo a acreditar que alguém se esqueceu de nós. Eu já desconfiava, inclusive já conversei com alguns colegas sobre o assunto e constatei que não era o único a sentir um certo abandono da parte de quem dirige ou coordena o nosso curso.
É lamentável o negativismo da minha prosa, mas não é menos lamentável o facto de, ao fim de seis meses de formação ainda não haver um horário digno desse nome. Já fizeram e refizeram o horário, já houve trocas e mais trocas entre formadores, mas no fundo continuamos a acordar de madrugada para, depois de viajarmos alguns quilómetros, chegar ao Centro de Formação sem saber qual o tipo de formação nos foi destinado. Peço desculpa pela ironia, mas já tenho saudades daquelas manhãs em que apareciam vários formadores ao mesmo tempo. Era sinónimo de que a alvorada não tinha sido em vão. Como já referi é lamentável o meu tom pessimista mas para dizer a verdade penso que o nosso curso está assente na boa vontade de alguns formadores. Esses apesar de tudo transmitem-nos motivação e algum positivismo. Espero ansiosamente pela nova formadora de PRA e que ela traga alguma organização e algum rigor ao nosso curso.
Pedro Pacheco
É lamentável o negativismo da minha prosa, mas não é menos lamentável o facto de, ao fim de seis meses de formação ainda não haver um horário digno desse nome. Já fizeram e refizeram o horário, já houve trocas e mais trocas entre formadores, mas no fundo continuamos a acordar de madrugada para, depois de viajarmos alguns quilómetros, chegar ao Centro de Formação sem saber qual o tipo de formação nos foi destinado. Peço desculpa pela ironia, mas já tenho saudades daquelas manhãs em que apareciam vários formadores ao mesmo tempo. Era sinónimo de que a alvorada não tinha sido em vão. Como já referi é lamentável o meu tom pessimista mas para dizer a verdade penso que o nosso curso está assente na boa vontade de alguns formadores. Esses apesar de tudo transmitem-nos motivação e algum positivismo. Espero ansiosamente pela nova formadora de PRA e que ela traga alguma organização e algum rigor ao nosso curso.
Pedro Pacheco
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Olho das mariposas (traça): inspiração para novas células solares.
A maioria das mariposas voa principalmente à noite. Ao passo que algumas criaturas nocturnas são vistas quando um raio de luz faz seus olhos brilhar, a mariposa tem um recurso para não ser vista. – O reflexo de luz em sua córnea é menor.
A córnea da mariposa é diferente. Ela é formada por conjuntos de saliências microscopias dispostas em padrões hexagonais. As saliências “são menos que o comprimento da onda da luz visível”, comentou um professor de engenharia química na universidade da Florida EUA.
O formato e o tamanho desse conjunto possibilitam que olho da mariposa retenha a luz de vários comprimentos de onda e ângulos. As minúsculas saliências tem apenas 200 a 300 nanómetros de altura. Só a título de comparação a espessura média de um cabelo é de 80 mil nanómetros.
Engenheiros esperam que o conhecimento mais profundo da córnea da mariposa ajude a aperfeiçoar diodos emissores de luz (leds) e monitores de cristal líquido.
A estrutura do olho da mariposa também pode ser usada no aproveitamento de energia solar. Os painéis solares de silício podem reflectir até 35% da luz, o que se torna num desperdício significativo de energia. Mas copiando as saliências organizadas do olho da mariposa na universidade atrás citada, fabricaram um painel de silício que reflecte menos de 3% da luz. Como vemos temos muito que aprender com a natureza.
Bibliografia: Despertai de Julho 2010
Emanuel Santos
AO CORRER DO TEMPO
Num passado recente, o nosso blog não existia ainda, mas já alguns incidentes mereciam reparo.
Como o tempo não pára, não faz sentido publicá-los agora.
Poderá contudo matar a curiosidade e saber o que ficou para trás CLICANDO AQUI. Outros se seguirão, porque o tempo voa.
Luís Contumélias
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Ser diferente
O que é ser diferente? Nesta sociedade somos todos diferentes, no entanto, todos iguais nos deveres e nos direitos, a diferença está na atitude e na posição que tomamos. Sinto-me diferente pelo modo como encaro o mundo e como o interpreto. Faço questão que se note a minha diferença na atitude para com ele, levanto questões e tomo posições que o influenciam. Vamos mudar o mundo e o pensar em termos energéticos. Desenvolvimento sustentado e energias renováveis são o caminho. SER DIFERENTE É BOM...
Vamos marcar a diferença, contribuindo para um mundo com menos CO2.
Força pessoal, estou convosco!
RodrigoJordão
terça-feira, 22 de junho de 2010
Curiosidade
Só por curiosidade, ontem foi instalado um contador de visitantes no nosso blogue, qual não é o nosso espanto, como já suspeitava-mos, andávamos a ser vigiados! Cerca de 100 visitantes, num só dia.
É com alegria saber que nos visitam. Para todos vós, sejam muito bem-vindos, desfrutem e deixe-nos a sua opinião. Só assim poderemos melhorar!... MUITO OBRIGADOOOOOOO...Emanuel Santos
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Triste constatação
Ser patriótico ou não ser, eis a questão?
Quanto custa o meu futuro?
Será que pode ser trocado por dá cá aquela palha? E por um jogo de futebol?
Parece que sim, de pois de se falar das vergonhas que Eça de Queiroz expôs há muitos anos, de vermos a resistência que alguns tem levantado com respeito ao assunto que estudamos. Vemos alguns a trocar a formação, a aprendizagem, principalmente de um módulo de apenas 25 horas, no qual podemos aprender como ter segurança no trabalho.
Para que? Para ver Portugal ganhar 7 a 0. Histórico, PARABÉNS.
Só para que saibam, nos também ouvimos cada golo de Portugal do 1º ao último, com o acréscimo de não ter perdido as informações que nos foram dadas nessa aula, que nos ajudam a salvaguardar a nossa integridade no trabalho. Emanuel Santos
sexta-feira, 18 de junho de 2010
PELA MOTIVAÇÃO...
Felizmente parece que vamos iniciar as aulas de pratica, já chega de teoria para adultos, os mesmos que já sabem as dificuldades em encontrar trabalho. Agora mais do que nunca, é necessário que se inicie rapidamente as aulas praticas, para que os formandos aprendam na pratica, porque na teoria fica por isso mesmo, se não formos já detentores do conhecimento, paciência, de pouco adianta requisitar os préstimos de quem é pago para ensinar...Depois ainda ameaçam não validarem módulos aos seus formandos.
Ainda bem que não são todos os que recusam ajuda pedida.
Nelson Domingos
INTERROGAÇÃO
Para o bom, o menos bom ou o mau.
A minha pergunta sem acusação e sem nomes é:
Que raio de comportamento foi aquele na apresentação do módulo UFCD 18?
Libertinismo?
Senti-me sem culpa, envergonhado pelo Fernando Lopes, dizer:
- Isto é inconcebível num grupo de adultos.
É certo que estou velho, mas tenho dois olhos abaixo da testa (um quase morto).
Ambos vêm para dentro e para fora...
Um está louco e vê.
O outro vê e está louco.
Não há justificação válida, para o que se passou...
Luís Contumélias
IEFP SETÚBAL
Tirem-me os olhos, o tacto, o olfacto, as pernas, os braços, TIREM-ME DAQUI...
Mas não me tirem a boca, porque assim eu posso gritar " ESTOU NO CENTRO DE FORMAÇÂO DE SETUBAL."
:::::::::::::::::::::::::::::..tiagofilipenarcisogonçalves::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Mas não me tirem a boca, porque assim eu posso gritar " ESTOU NO CENTRO DE FORMAÇÂO DE SETUBAL."
:::::::::::::::::::::::::::::..tiagofilipenarcisogonçalves::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
quinta-feira, 17 de junho de 2010
CONFUSÃO LOCALIZADA
A confusão vai de vento em pôpa. Cresce, cresce, cresce. É como a barba se não é cortada....
Mas não posso deixar de ficar estarrecido, é algo que me ultrapassa...imagine...
- Alô?
- Sim!
- Boa noite, estou a ligar-lhe do centro de formação de Setúbal. É para o informar que amanhã pelas oito da manhã, vai ter formação com a acção 001. São os fotovoltaicos...
- Mas, mas...eu nem sou formador em lado nenhum...
- Ó homem mas apareça, na mesma, os gajos nem vão dar por isso, precisam é estar entretidos... Depois logo se vê...arranja-se outro formador, que não esteja no desemprego.
- Está bem, vou perguntar à minha mãe a ver se ela me deixa ir...
Luís Contumélias
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















.jpg)








